Steins;Gate: Resenha

 

Olá, olá todos! Como estão vocês?

Faz tempo que não atualizo, acho que simplesmente sou uma procrastinadora nata e sempre que falo que farei posts com mais frequência, simplesmente esqueço e acabo ficando eras sem atualizar. Desculpem-me por isso. De verdade.

Bom, mas hoje, estou aqui para falar de um anime que assisti faz um tempinho e que entrou, sem que eu tivesse que pensar duas vezes, para a minha seleta lista de favoritos. Estou falando do incrível Steins;Gate, um dos melhores animes de todos.

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Sinopse:

A história de Steins;Gate começa em 28 de julho de 2010, em Akihabara, com Rintarō Okabe e Mayuri Shiina indo para o prédio da Rádio Kaikan. Dentro do prédio, Okabe encontra o corpo de Kurisu Makise em cima de uma poça de sangue em uma sala. Ele deixa o prédio com a Mayuri em pânico e envia uma mensagem para Itaru Hashida sobre o acidente quando todas as pessoas em sua volta somem rapidamente. Elas aparecem momentos depois mas ninguém em sua volta teve a mesma experiência.

Sem saber o que acontecia, Okabe foi estudar esse fenômeno de enviar a mensagem para o microondas e descobriu que assim as mensagens eram enviadas para o passado, podendo alterar o futuro. E ele e seus amigos começam a explorar essa descoberta até que a organização chamada SERN descobre sobre eles e tenta persegui-los. A partir deste ponto Okabe e seus amigos tentam escapar do futuro que as diversas linhas de mundo que eles visitaram os ofereceria.

 

Verdade seja dita: Quase não consegui assistir a esse anime.

Não me pergunte o motivo mas logo que ele saiu ( em 2010) eu tentei. O plot era exatamente o tipo de coisa que me atraia e prometia ser imensamente interessante, mas assim que coloquei para carregar o primeiro episódio…não consegui passar dele. Na verdade eu não consegui terminá-lo, e ele tinha apenas 24 minutos de duração. Tentei mais duas vezes ao longo dos anos ( sim, anos) até que finalmente, nesse maravilhoso 2015, não só consegui terminar, como fiz isso em pouco mais de um dia.

E, senhoras e senhores, QUE ANIME!

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Fiquei tão viciada que sonhei com a  história e realmente não consegui fazer mais nada até que tivesse terminado. Sabe aquela maratona boa que você realmente não vê o tempo passar? Fazia séculos, acho que desde Another em 2012, que eu não ficava viciada assim em um anime.

Geralmente, apesar de gostar muito, acabo preferindo assistir séries ou doramas e acabo negligenciando os que quero ver. Até porque lançam um número muito maior de shoujos e fantasia/aventura por temporada, do que os estilos que eu gosto de assistir e esse também é um motivo pelo qual o número de animes que vejo é tão menor do que  outras mídias. Então, fico muito feliz quando acho algo que me prenda tanto e me deixe tão imersa que meu único desejo é saber o final ao mesmo tempo que não quero que acabe.

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Sobre o plot, eu não quero falar muito além do que foi dito na sinopse primeiro porque acho que ela já dá uma boa ideia do que esperar e segundo porque tudo que envolve viagem no tempo tende a ser meio confuso e contando se comentar muita coisa corro o risco de soltar algum spoiler importante para o desenrolar da história e quero deixar vocês descobrirem por si mesmos caso decidam olhar.

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Mas o que digo é que a dinâmica dos personagens  e a forma como todos os eventos acontecem é incrível! Reconheço que é muito difícil trabalhar com esse tipo de plot e finalizar uma história onde todas as pontas soltas fiquem bem amarradas, mas Steins Gate consegue fazer isso muito bem. Claro, que não me iludo dizendo que tudo ficou perfeitamente redondinho porque se você olhar bem atentamente existem alguns nós presos meio que precariamente, mas os escritores usaram o máximo de seu potencial para terminar de uma forma plausível e aceitável e você ter todas as respostas para a perguntas respondidas.

Os personagens são muito bons, cativantes e bem construídos e cada um tem sua característica e personalidade  bem definidas sendo  isso é muito importante para o desenvolvimento tanto do enredo como na evolução dos personagens em si. Bom é que rende muitas cenas divertidas inclusive a chance de algum romance, mas sem tirar o foco da verdadeira história, que fique bem claro. Há também momentos muito tensos e que me fizeram ficar realmente preocupada com o que poderia acontecer e dar errado além de me fazerem  soltar algumas lágrimas, coisa que raramente acontece.

 

 

Além do enredo e de personagens muito carismáticos, tem também a escolha do traço que é realmente linda e os tons sóbrios usados na animação combinam totalmente com a proposta do anime e cria uma aura muito maravilhosa e que te envolve totalmente e a opening é uma verdadeira obra de arte.

 

 

Bom, era isso! Espero tenham gostado e se vocês gostaram e decidirem assistir venham correndo me contar o que acharam porque realmente quero saber a opinião de vocês.

Um beijo e até a próxima!

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Mr Nobody – Resenha

Estou completamente perdida com esses feriados de fim de ano e juro que achei que ontem era sábado, o que fazia de hoje (tecnicamente domingo) dia de post. Mas ok, sem pânico,  temos post novinho saindo do forno ( com atraso, mas ainda sim saindo). Hoje venho falar sobre um filme incrível que assisti no feriado, não me perguntem qual dia, pois, desde que descobri que ontem era domingo e não sábado e que desde quinta (natal) eu estive, na verdade, vagando pelo espaço tempo continuo sem nenhuma referência de dia da semana (foi coisa da Matrix, tenho certeza) que o feriado acabou se tornando uma coisa  só. Mas o importante, é que assisti a esse filme maravilhoso chamado Mr Nobody  e ele é uma coisa fantástica. A primeira vez que havia ouvido falar dele foi quando estava ouvindo esta musica do Bryan John Appley e me deparei com esse video:

No incio, achei que era um clipe porque as imagens captavam tão bem a atmosfera da música que era quase impossível que não tivessem sido feitos um para o outro, mas depois, lendo a descrição do vídeo, acabei descobrindo que se tratava de um filme o qual Jared Leto havia atuado.  Como admiro muito o Leto, não só por suas músicas mas também por acha-lo um ator espetacular, mais que imediatamente me pus a procurar mais sobre o filme e só encontrei opiniões boas sobre ele. Então, quando a oporturidade e o tempo surgiram, não havia mais desculpas para não ir assistir.

Logo nos primeiros minutos, apesar de ter visto muitas aclamações, eu o achei confuso e um ponto de interrogação gigante apareceu no meio da minha testa. Não estava sentindo boas vibrações, a história estava sem pé nem cabeça  e quase fiquei indignada  por ter sido praticamente induzida a esperar tanto de um filme que na verdade era uma grande porcaria. Porém, mesmo com todos  os sinais me dizendo para parar ali mesmo e que eu não aguentaria duas horas daquela doideira, eu persisti. E  não me arrependo nenhum pouco.

A medida que o filme avança, e não demora tanto assim, você entende o caminho que ele vai seguir, ou pelo menos a ideia geral de que ele quer nos passar, e toda a sua confusão se torna simples e incrivelmente clara com apenas uma frase de uma cena:

“Enquanto você não escolhe, tudo se torna possível”

A partir  deste momento é que entendemos sobre o que se trata  Mr Nobody: Escolhas. É um filme sobre possibilidades, sobre o que foi ou poderia ter sido e sobre o que não foi mas ainda sim poderia ter sido. Vemos como cada decisão conduz o personagem a um destino diferente e também vemos como cada um desses destinos teria sido caso ele tomasse o caminho oposto. E eu, particularmente, adoro esses filmes que mexem com linhas dos tempo e mostram o outro lado de uma mesma moeda   ao mesmo tempo que nos fazem questionar os “e se” da vida.

E embora  tenha ficado um tempão nessa linha, pensando em como organizar as palavras e as ideias, acho que eu não consigo fazer uma sinopse digna ou mesmo um resumo descente, tamanha a genialidade que é o roteiro desse filme. Então deixo apenas minhas impressões sobre essa obra de arte fantasticamente confusa e emaranhada que é Mr Nobody. Um filme com efeitos lindos, uma abordagem delicada e com atuações incríveis que trata sobre um tema que é comum a todos nós: nossos destinos e como o construímos.

Espero que tenham gostado desse resenha-não-resenha. Já conheciam o filme? O que acharam? deixem suas opiniões sobre o ele, eu adoraria lê-las.

Um beijão da garota da vitrine

Seeds of Anxiety – Fuan no Tane

Olá pessoal!! Tudo bem com vocês?

Como vocês puderam notar, coloquei na barrinha ao lado  os dias que sairão posts novo aqui no blog, mas caso alguém não tenha visto eu reforço o aviso dizendo que os posts serão todas as sextas e domingos, salvo postagens excepcionais, como esta que vos escrevo,  que podem rolar durante a semana, principalmente, agora que entrei em férias.

E o motivo dessa postagem linda de terça é justamente a minha ansiedade em compartilhar com vocês as minhas impressões com a leitura do incrível mangá: Fuan no tane ou Seeds of Anxiety ( sementes da ansiedade/desconforto, em tradução livre e literal ); o descobri super por acaso e acabou me conquistando  complemente a ponto de chegar ao status de favorito já ao final da leitura do primeiro volume.

Não sei se vocês sabem mas sou completamente apaixonada por terror, e não do tipo sanguinolento com tripas para todos os lados ao estilo Jogos Mortais – embora eu também assista – os meus favoritos são aqueles que deixam uma tensão no ar, arrepiam os cabelos da nuca e fazem você querer olhar de baixo da cama e dentro do guarda-roupa, antes de dormir. E se você também gosta desse tipo de terror que é mais voltado para o suspense psicológico, Fuan no Tane é um mangá feito para você.

Composto por uma coletânea de 3 volumes mais um volume extra, esse mangá reúne uma série de histórias de terror curtíssimas, algumas chegam a ter no máximo 6 páginas, todas baseada em lendas urbanas, superstições e histórias de fantasmas japonesas.E apesar das poucas páginas elas conseguem criar, facilmente, o clima de tensão que prende o leitor do começo ao fim e você fica curioso para ver o que vai acontecer nos demais contos e quando menos percebe já terminou.

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Essas  histórias são todas separadas por categorias: Visitantes,Escola, Lendas Urbanas etc. E no final (ou inicio, não me recordo agora) há algumas fotos de lugares reais onde as histórias foram passadas. É incrível!

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A arte também é linda, sim linda. O traço é delicado e medonho na medida certa, dependendo da situação e do momento em que a história se passa e do tema do conto;

Fuan no Tane tem até um live action inspirado no mangá, embora eu não tenha gostado tanto assim ele é bem fiel aos contos.

Link completo do filme:

Agora, a pergunta que não quer calar: Onde encontrar?

Bom, eu encontrei os quatro volumes completos no Mangá Rock que é, na minha opinião, um dos melhores e mais completos aplicativos de leitura mangá ( somente em inglês)

Versão para Android: Mangá Rock 

Versão para Iphone: Mangá Rock 

Para leitura online você pode encontrar aqui ( em inglês): Manga Reader: Fuan no Tane

E aqui: Central Mangás 

Para compra infelizmente não encontrei nenhum endereço ou site de loja virtual 😦

Era isso, espero que tenham gostado e se por acaso alguém se interessar ou já leu, comente, adoraria saber a opinião de vocês.

Beijos da Garota da Vitrine

 

 

 

 

 

Reply 1997 ( Answer me 1997)- Dorama.

Olá,olá vitrineiros!Como vão vocês?

Aviso:Essa é a minha primeira resenha de doramas falando sobre um drama em especial,por favor sejam amorzinhos  mesmo se não ficar muito boa.Obrigada! *-*

Hoje estou aqui para falar sobre um dorama que vi na semana passada  e que me viciou tanto que acabei assistindo os 16 episódios em incríveis DOIS dias. Estou falando de Reply 1997 ou Answer me 1997, como também é conhecido. No começo não tinha dado nada por ele e sempre que algo relacionado aparecia nas minhas sugestões eu descartava imediatamente. Foi quando me deparei com a resenha do blog “Divaneando”  que  meu interesse pelo drama foi despertado e me apaixonei tão completamente por ele que no 3 episódio Reply 1997 atingiu o topo da minha restrita e exigente lista de doramas favoritos.

A história em si é bem simples e gira em torno da vida de 6 amigos que moram em Busan (interior da Coreia). Mas simples não quer dizer  que seja sempre uma mesmice, muito pelo contrário, muitas coisas acontecem durante os episódios e você simplesmente não consegue desgrudar por nada no mundo. E o maior trunfo  do dorama é que ele mexe o pronto fraco do ser humano: a curiosidade.

Sinopse: A história  começa no presente (2012, ano em que o drama foi exibido) quando os amigos de infância Shin Won,Yoon Jae,Yoo Jung,Hak Chan,Joon Hee e Sung Jae se reencontram, após algum tempo, em uma reunião de ex-alunos do colégio em que estudaram, e através  de conversas eles relembram os tempos de escola e todos os acontecimentos que os levaram a se tornar o que são hoje.

Vendo está sinopse, você pode torcer o nariz mas é exatamente ai onde mora  a grande sacada do drama: Não é história em si, mas sim como ela é contada.

A narrativa acontece através alternância de cenas entre presente  e passado, mas não de um jeito como estamos acostumados – seguindo uma linha cronológica – e sim como peças de um enorme quebra-cabeça que vão se juntando a medida que os episódios avançam. Algumas questões são respondidas e explicadas rapidamente enquanto outras demoram alguns tempo para serem compreendidas mas  quando finalmente isso acontece você fica “ aaaaaaaaaaaah que legaaal!!!!”.

E falando nisso, uma das maiores curiosidades da história é descobrir com quem a personagem principal ficou, pois entre as alternâncias de cena você fica cada vez mais confuso. Todos os episódio tem pistas falsas e acontecem tantas coisas que  você fica mudando de um pra outro e no fim não tem certeza de nada, somente no ultimo capitulo é que eles explicam qual foi o destino dela.

Personagens:

Os personagens foram tão naturais e divertidos, assim como as situações apresentadas no dorama, que é quase impossível não se apaixonar por eles. Não teve aquela coisa forçada e mimizenda que alguns doramas teimam em colocar, pelo contrário, era como se você estivesse em uma roda de amigos, vivendo junto com eles cada momento. Inclusive, várias situações que apareceram me lembraram da minha época de colégio (que não foi a muito tempo, mas já deixou saudades ).

Shi Won e Yoon Jae:

Não tem como falar de um e não falar do outro. Os dois se conhecem desde pequenos e brigam feito cão e gato. Enquanto Shi Won é completamente louca e hiperativa ele é calmo e inteligente mas igualmente engraçado.

A Shi Won, foi um das personagens mais carismáticas que já encontrei em doramas. Era do tipo bem louquinha e o fato de ela ser totalmente apaixonada pelo grupo H.O.T, só fazia aumentar essa loucura. Ela se metia em cada barraco com as fãs do 6Skies, grupo rival do H.O.T, que eram hilárias de se ver e que me lembraram alguns fandoms da atualidade que vivem em pé de guerra. Isso foi muito legal de acompanhar, porque como vivo um pouco, talvez muito, nesse universo de músicas, artistas e kpop, me identifiquei muito com a ela. A Eunji, atriz e cantora que interpretou o papel de Shi Won, foi brilhante na atuação e acabei adquirindo muito carinho por ela.

Yoon Jae:

Era o completo oposto a Shi won e como eu disse acima, viviam brigando. Com o tempo ele foi se apaixonando por ela – isso não é spoiler porque a gente sabe disso no primeiro capitulo- o difícil é declarar o amor, ainda mais depois que certo personagem (não irei dizem qual) aparece e torna as coisas um pouquinho mais complicadas. Ele tinha um certo draminha pessoal mas que foi abordado de maneira tão legal que não ficou chato ou tornou o personagem complexado e afetado.

As cenas dele eram muito engraçadas, porque apesar de inteligentíssimo ele era meio lento pra certas coisas.

Yoo Jung,Hak Chan:

Sabe aquele casal secundário no drama que a gente se apaixona demais? Esses são o Jung e o Hak Chan. No começo eles não se interessam muito um pelo outro, mas a medida que os episódios passam eles vão se aproximando e não demora muito para eles começarem a namorar. O namoro deles é muito engraçado porque por qualquer motivo ela terminava e voltava com ele, depois de um tempo já virava rotina.

A Yoo Jung é a melhor amiga da Shi Won e também gosta de H.O.T, só que ela ficava mudando de ídolo o tempo todo e na metade de história virava 6skiesete e depois voltava pro H.O.T, sempre tinha um amor de fã novo. A personagem era bem mais calma que a Shi won, mas muitas vezes embarcava junto nas loucuras da amiga.

O Hak Chan, morava em Saeul mas se mudou pra Busan por causa do emprego do pai, que era militar. Ele era fascinado por pornô, mas quando chegava perto das meninas na vida real ficava todo medroso. Por isso é legal de ver o inicio do relacionamento dele com a Yoo Jung já que no começo ele não conseguia nem falar olhando pra ela e ela sempre tava agarrada nele.

Joo Hae :

Aquele personagem fofinho, lindo, querido e que você tem vontade de abraçar. Ele sofre durante o drama todo e você fica com o coração na mão em várias cenas, mas mesmo assim, ele não é aquela coisa depressiva, Ele aceita a situação dele e isso só te faz admirar ainda mais o personagem.

“olhem isso!!Não tem como não se apaixonar por uma criatura dessas.”

Sung Jae:

E se o Joo Hae é sofrido, o Sung Jae é o completo oposto. Não tem um pingo de tempo ruim sobre aquela cabecinha e ele é um dos mais engraçados.

Tá sempre se achando o lindo, maravilhoso e esperto, mas só levava fora da mulherada e andava sempre com um tamagochi na mão tratabdo o bichinho virtual como se um bichinho de estimação de verdade.

Esses são os personagens principais, tem também o irmão do Yoo Jae e os pais da Shi Won (que são incríveis também) mas não falarei deles pra deixar vocês curiosos e também pra resenha não ficar muito grande – maior do que já está- e cansativa.

Beijos :

Se vocês acharam que não podia melhorar ou se não se deram por convencidos até agora, acho que ficarão.

Reply 1997 teve, ao long da história, os melhores beijos já vistos em doramas e olha que não foram poucos. Em uma entrevista os próprios atores disseram que tiveram que se beijar DE VERDADE e isso na coreia é muito raro de acontecer.

Não dá pra negar que esse casal tem química,né??

Pois então, era isso…espero que tenham gostado e se decidirem assistir me avisem e deixem nos comentários se gostaram ou não 🙂

Um beijo da garota da vitrine

Django livre – Resenha

Oi oi gente bonita ,como estão vocês ?

Simplesmente não sei por onde começar pois são tanto pontos importantes, tantas coisa as quais eu amei, que fica difícil decidir qual tópico deve abrir essa resenha.

Na maioria das vezes, acabo discordando de alguns  resultados do Oscar, pois alguns filmes são tão  super estimados pela academia  que acabo criando uma expectativa enorme e quando vou assistir eles se mostram apenas bons ou nem isso.

Mas essa edição foi agraciada, já que dois fizeram o exato oposto comigo e me surpreenderam muito pela qualidade e horaram as estatuetas que receberam. Um deles foi Django Livre, que entrou para a minha lista de favoritos.

Sinopse: Django, um escravo cujo histórico brutal com seus ex-senhores o coloca cara a cara com o caçador de recompensas alemão, Dr. King Schultz. Schultz está no encalço dos sanguinários irmãos Brittle, e Django é o único que pode levá-lo à sua recompensa. Heterodoxo, Schultz compra Django com a promessa de alforriá-lo assim que capturar os Brittle: mortos ou vivos.

Direção: Quentin Tarantino
Gênero: Western
Duração: 165 min.
Distribuidora: Columbia Tristar
Classificação: 16 Anos

Primeiras Impressões :

Foram as piores na verdade, o estilo velho Oeste nunca me atraiu muito e todas as coisas conspiravam contra Django Livre. Os únicos pontos que me mantiveram  firme a decisão de assistir ao filme foram o Oscar e a minha tradição anual de assistir aos seus indicados. Obrigado, Oscar!

Roteiro e Elenco:

A história é incrível, possui cenas marcantes e  hilárias com sacadas geniais.

Nos primeiros 10 minutos de filme, já temos ação e como todo faroeste ( e filmes do Tarantino) sangue e armas. Django livre, tem um tipo diferente de ação, são cenas elegantes, cheia de tensão mas com um toque de humor e foi exatamente isso que me cativou no filme.

Prova disso é a sátira feita a sociedade Ku Klux Klan, que é uma das melhores cenas de humor do filme.

As atuações de  Christopher Walt e Jaime Foxx, estavam brilhantes, equilibrando humor sarcástico e cenas de ação, fazendo disso uma das melhores parcerias no cinema.

Outra atuação que não pode ser deixada de lado por vários motivos é a de Leonardo de Caprio. A aparição dele foi épica! Não por ser uma cena grandiosa nem nada, isso se dá mais ao fato de que o filme tem tantos acontecimentos que deletei totalmente a participação dele na história. Então, quando ele apareceu assim:

a minha reação foi mais ou menos assim:

Trilha Sonora:

A trilha sonora é um ponto alto, também e todas as canções funcionaram muito bem escolhidas. Tem de músicas clássicas de filmes do gênero e outras bem atuais como Hip Hop e Rap o que criou uma atmosfera única para o filme.

Impressões finais: 

2horas 45minutos de filme que passaram tão rápido e quando os créditos subiram eu fiquei com  aquele gostinho de quero mais.

Tarantino, mereceu o oscar de melhor roteiro original, tanto, que queria encontra-lo para poder parabeniza-lo pessoalmente pela obra prima.

Com certeza esse longa irá encabeçar por muito tempo a minha lista de favoritos. Foi um daqueles filmes, que você tem vontade de rever imediatamente e eu só não o fiz porque já eram 2 horas da manhã quando terminei de assistir. Enfim, foi maravilhoso e brilhante. Um filme que tratou de questões importantes, como o preconceito, vingança,amor e amizade sem se deixar pesar.

Django livre é, em outras palavras, imperdível.

Bônus : melhores cenas

   

Tomara que tenham gostado da resenha e se por acaso decidirem assistir Django Livre, espero que divirtam-se tanto quanto eu.

Um grande beijo de A Garota da Vitrine e até a próxima.

PS: Para quem quiser me adicionar no filmow.